Esse nosso caso
é puro acaso
num encontro, trombada
encruzilhada
é um caso de amor...
e de nada
agrada
sei que não é pouco caso
mas dá uma vontade...
e faço caso
meio sem querer
Ah! Meu bem querer
se por acaso
quiser amizade
(amor pra eternidade)
passa em casa, vai?
quem sabe me caso
25 de maio de 2011
9 de maio de 2011
Conversa pixada no bahheiro da USP
Na FFLCH só tem gay passivo!
Vc quer um ativo?
Quero. Prq?
Então vai pra Poli.
Vc quer um ativo?
Quero. Prq?
Então vai pra Poli.
19 de abril de 2011
Encontro ao desencontro
O sol começava a se esconder atrás das nuvens. Sentou na calçada o Hélio, cabeça baixa, cara de poucos amigos. Uma moça, Estella, o viu de longe, vir como a água da sargeta numa chuva forte que Deus chora.
— Tudo bem?
— Não enche o saco!!! Soltou sem levantar os olhos, cuspindo palavras e saliva. Nem reparou que ela tinha olhos ao mesmo tempo serenos e brilhantes como o Sol. Mas o tempo não era propício. Ela não pode fazer outra coisa senão dar as costas chateada.
A intenção não era ruim, nem ele era ruim, mas ela não reparou como ele fitou suas costas com um pouco de culpa por ter descarregado sua energia tanática nela, que não era a causa da sua irritação. Não havia como prever que os dois poderiam se dar bem, que os dois gostavam de atividades ao ar livre, os dois bebiam socialmente, que os dois eram iguais e diferentes, que os dois poderiam ensinar muito um ao outro... Não havia como prever uma circuntância favorável. Nessa tarde só acharam uma porta fechada, e suas vidas prosseguiram na neblina, tateando.
Quando ela chegou em casa imaginou o que podia ter deixado o homem daquela maneira. Talvez o trabalho, talvez ele seja de escorpião, ou de leão. O sangue pode ter subido a cabeça. Já ele nem lembrou mais, mas sentiu-se sozinho porque quis falar com um amigo, mas não pode encontrá-lo. Um desencontro, foi virar-se na cama se sentindo na contra mão.
— Tudo bem?
— Não enche o saco!!! Soltou sem levantar os olhos, cuspindo palavras e saliva. Nem reparou que ela tinha olhos ao mesmo tempo serenos e brilhantes como o Sol. Mas o tempo não era propício. Ela não pode fazer outra coisa senão dar as costas chateada.
A intenção não era ruim, nem ele era ruim, mas ela não reparou como ele fitou suas costas com um pouco de culpa por ter descarregado sua energia tanática nela, que não era a causa da sua irritação. Não havia como prever que os dois poderiam se dar bem, que os dois gostavam de atividades ao ar livre, os dois bebiam socialmente, que os dois eram iguais e diferentes, que os dois poderiam ensinar muito um ao outro... Não havia como prever uma circuntância favorável. Nessa tarde só acharam uma porta fechada, e suas vidas prosseguiram na neblina, tateando.
Quando ela chegou em casa imaginou o que podia ter deixado o homem daquela maneira. Talvez o trabalho, talvez ele seja de escorpião, ou de leão. O sangue pode ter subido a cabeça. Já ele nem lembrou mais, mas sentiu-se sozinho porque quis falar com um amigo, mas não pode encontrá-lo. Um desencontro, foi virar-se na cama se sentindo na contra mão.
5 de abril de 2011
Povo infeliz à moda da casa
Ingredientes:
Toneladas de Recursos naturais
180 milhões de habitantes
uma elite rica
uma esquerda hipócrita
kilos de burrice
Ferramentas:
uma mídia comprada
Escolas públicas abandonadas.
Preparo:
Joque os habitantes no território, dê todos os recursos possíveis aos ricos e deixe o resto sem ter pra onde correr. Coloque os filhos da elite misturados à esquerda e deixe que eles façam manifestações bagunçadas e sem sentido que só irritam a população. Ensine a burrice com cuidado até formar pasta quase homogênea de ignorantes, utilize a mídia e as escolas públicas.
Se alguém provar a desgraça coloque a culpa no destino, no "certo por linhas tortas" ou na influência da cultura muçulmana.
Toneladas de Recursos naturais
180 milhões de habitantes
uma elite rica
uma esquerda hipócrita
kilos de burrice
Ferramentas:
uma mídia comprada
Escolas públicas abandonadas.
Preparo:
Joque os habitantes no território, dê todos os recursos possíveis aos ricos e deixe o resto sem ter pra onde correr. Coloque os filhos da elite misturados à esquerda e deixe que eles façam manifestações bagunçadas e sem sentido que só irritam a população. Ensine a burrice com cuidado até formar pasta quase homogênea de ignorantes, utilize a mídia e as escolas públicas.
Se alguém provar a desgraça coloque a culpa no destino, no "certo por linhas tortas" ou na influência da cultura muçulmana.
26 de março de 2011
Do nada
Um sentimento indefinível sopra aquele vento na espinha
bate um quase desespero, passivo passional
um não sei quê se assoma e se soma ao tédio
uma espécie de solidão infundada
brota, surge, pulula,
se materiarializa abstrata
do nada
e então busca
pro-cura
revista sites livros blogs
de tudo debalde
aciduamente, sem base
quem sabe algo que satisfaça
ou quem sabe logo isso passa
bate um quase desespero, passivo passional
um não sei quê se assoma e se soma ao tédio
uma espécie de solidão infundada
brota, surge, pulula,
se materiarializa abstrata
do nada
e então busca
pro-cura
revista sites livros blogs
de tudo debalde
aciduamente, sem base
quem sabe algo que satisfaça
ou quem sabe logo isso passa
22 de março de 2011
Cerveja cerveja cerveja
Propaganda de cerveja com Juliana Paes. Advertência: Aprecie com moderação.
Propaganda de cerveja com Paris Hilton. Advertência: Se beber não dirija.
Propaganda de cerveja com Sandy. Advertência: este produto é destinado a adultos.
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